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Esta Norma define requisitos complementares à Portaria Inmetro Nº 274, de 13 de junho de 2014 e ao Catálogo das marcas, dos símbolos, dos selos e das etiquetas do Inmetro que especificam a marca da Cgcre e o símbolo da acreditação e regulamenta as respectivas utilizações.

As principais alterações são:

– Excluído o item 11.1.11 e revisados os itens 11.1.5, 11.13.1 e a seção 12 para esclarecer melhor os casos em que se permite referência à acreditação sem o uso do símbolo de acreditação.

– Criado item 11.3 sobre as regras para uso da marca do MRA da ILAC combinada com o símbolo da acreditação.

– Revisados itens 11.1.4 e 11.1.8, 11.13.1, 11.13.2, 11.13.5 e 11.13.6 para esclarecer casos em que pode ser utilizado o símbolo de acreditação.

– Revisados os itens11.5.3, 11.5.4 e 11.5.5 para substituir “subcontratado” por “provedor externo”.

– Revisado item 11.5.9 para tratar dos programas de acreditação nos quais os requisitos para “opiniões e interpretações” são avaliados.

– Criado item 11.5.12 para abordar resultados, incerteza de medição e declaração de conformidade a uma especificação.

– No item 11.8.5, foi excluída a referência ao ABNT NBR ISO Guia 31 como requisito para a acreditação de produtores de materiais de referência. – Revisados diversos itens para citar, exame, amostragem, laudo de exame e relatório de amostragem.

– No item 11.8.2, foi substituído o ABNT NBR ISO Guia 34 pela ABNT NBR ISO 17034.

– Excluído o quadro de aprovação – capítulo 14. – Incluída a marca combinada do MRA da ILAC com a marca da acreditação e com o símbolo de acreditação no anexo.

Você pode ver os detalhes completos em: Clique aqui para ir ao site do Inmetro.


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Online e gratuito de 16 a 20 de abril de 2018

GRATUITO
Nos dias e horários da programação do evento, o acesso às palestras é totalmente gratuito.

MAIS DE 30 PALESTRANTES
Os melhores e mais bem conceituados profissionais do mercado estarão presentes no evento.

ONLINE
Desde que haja acesso a internet, as palestras poderão ser assistidas em qualquer local, basta acessar o link do evento.

Como funcionará o evento?

O evento acontecerá de 16 a 20 de abril de 2018, as palestras serão apresentadas em uma plataforma online e os links, para acesso, serão enviados diariamente, por e-mail.

Fiquem atentos a caixa de mensagens e verifiquem o lixo eletrônico, spam, atualização ou promoções, os e-mails do congresso podem ser direcionados para estes locais.

As palestras serão online e gratuitas nos dias e horários da programação, divulgada neste site.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE CERTIFICADOS

Ao se inscrever no 2.º CBQLAB o participante deverá informar o seu NOME COMPLETO, pois a emissão dos certificados se dará com base nos dados fornecidos na inscrição.

NÃO haverá emissão de 2.ª via de certificados para correção e/ou alteração de nomes.

Os certificados serão enviados via e-mail cadastrado, tanto os certificados de participação, quanto aqueles com descrição de conteúdo e carga horária.

Os certificados serão enviados a partir do dia 27 de abril de 2018.

Será emitido um ÚNICO certificado gratuito de participação no evento.

Para aqueles participantes que desejarem a emissão de certificados, por palestra e respectiva carga horária será cobrada uma taxa de R$27,00.

Mais informações acesse o site do Evento: http://cbqlab.com.br/portal/

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Pesquisa em microbiologia agrícola identificou nova espécie de levedura para auxiliar na produção do chamado etanol de segunda geração. Uma nova espécie de levedura, descoberta em uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, promete contribuir com a produção de bioetanol a partir da fermentação de açúcares presentes em materiais lignocelulósicos, como o bagaço da cana.

Batizada com o nome de Spathaspora piracicabensis, em homenagem a Piracicaba, o micro-organismo foi isolado pela pesquisadora Camila Varize, a partir da coleta de um pedaço do tronco da madeira, em fase de decomposição, de uma árvore ornamental no parque da Esalq.

Eficiente na fermentação do açúcar presente no bagaço da cana, a Spathaspora piracicabensis foi descoberta nos dejetos de larvas coletados dentro das galerias do tronco de quaresmeira-roxa. Na foto, o professor Luiz Carlos Basso e a pesquisadora Camila Varize – Foto: Gerhard Waller

Segundo o professor Luiz Carlos Basso, do Departamento de Ciências Biológicas, orientador da pesquisa, existe um expressivo apelo da comunidade científica para a otimização dos processos envolvidos na bioconversão de resíduos em etanol. “A pressão é também para não se utilizar uma fonte de alimento, tal como a sacarose da cana, para a produção de biocombustível. A biomassa de origem lignocelulósica, como o bagaço de cana, é um dos subprodutos mais abundantes e disponíveis que poderia ser utilizado para alcançar o desenvolvimento sustentável de um processo de produção de biocombustível no Brasil.”

“Nosso objetivo foi isolar leveduras que apresentassem capacidade de fermentar a xilose, que é o segundo açúcar mais abundante existente e também o maior constituinte da fração hemicelulósica”, detalha a autora do estudo.

Para Camila Varize, o etanol produzido a partir dos açúcares constituintes do bagaço de cana (principalmente a glicose e a xilose) tem um potencial de mercado promissor, porém essa tecnologia ainda está em aperfeiçoamento. Há necessidade de melhorias, a fim de reduzir o custo do processo, principalmente no tocante ao aproveitamento total dos açúcares constituintes nesse material.

Uma das dificuldades encontradas na fermentação da xilose é que as linhagens de leveduras (Saccharomyces cerevisiae), normalmente utilizadas no processo fermentativo em destilarias, não possuem capacidade metabólica para a conversão desse açúcar em etanol. Desde a década de oitenta, várias leveduras denominadas “não Saccharomyces” já foram descritas (Spathaspora arborariae, Spathaspora passalidarum, Scheffersomyces stipitis e outras) com a capacidade de fermentar a xilose. A nova espécie recentemente descoberta na Esalq se mostrou tão ou mais eficiente para a fermentação desse açúcar.

Veja notícia completa no site da Labnetwork.

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A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) emitiu nova diretriz técnica atualizando os critérios orientadores para limites máximos de emissão de poluentes atmosféricos de fontes fixas no licenciamento ambiental. O objetivo do regramento é garantir a padronização das atividades licenciadas e a preservação da qualidade do ar, minimizando os riscos causados pelos poluentes atmosféricos à saúde pública, à flora, à fauna e ao meio ambiente.

A chefe da Divisão de Licenciamento e Controle da Poluição Industrial explica que os limites de emissão para fontes fixas estabelecidas na Diretriz Técnica estão regrados por poluente e por tipologia de fonte. ¿Além de estabelecer os parâmetros e padrões a serem atendidos de acordo com o equipamento e matriz energética utilizada, a diretriz indica as frequências de monitoramento¿, complementa.

A engenheira química Fabiani Vitt argumenta que neste mês de maio de 2018 foi realizada uma revisão para inclusão de ajustes necessários, sendo o mais relevante o critério de revisão de padrão para os empreendimentos em operação.

Nestes casos, os empreendimentos poderão ter um ajuste de padrão de emissão de acordo com os valores históricos medidos nos monitoramentos realizados nas fontes fixas dos empreendimentos, mantidos todos os equipamentos de controle existentes em condições adequadas, desde que atendam os padrões e não sejam superiores aos previstos na concepção do respectivo projeto.

Conforme a técnica, é importante ressaltar que para adequação de padrão de emissão, o empreendedor deverá solicitar a atualização da Licença de Operação, apresentando os valores históricos medidos de acordo com os relatórios de monitoramento das fontes fixas do seu empreendimento.

Para novos empreendimentos, a Fepam poderá adotar limites de emissão mais restritivos tendo em vista as novas tecnologias já disponíveis para abatimento das emissões atmosféricas.

Veja aqui a íntegra da Diretriz Técnica nº 01/2018


Fonte: FEPAM / SEMA – Fone: (51) 3288 8115 / 3288 8182
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